O ano pode até avançar, mas a vida não muda só porque avançamos um dia e de ano também. Li qualquer coisa sobre isso no instagram @asnove e não podia mesmo passar-me ao lado.
Já não escrevia coisas destas há muito tempo, mas parece-me que lá vai ter que ser porque o que li fez-me todo o sentido dentro da cabeça e parece que ficou a ecoar cá dentro.
Todos os anos repetimos para nós mesmos que queremos que este ano seja melhor que o anterior e normalmente apontamos uma série de coisas que queremos fazer e a que nos propomos. Mas será que fazemos realmente por isso? O ano passado prometi a mim mesma poucas coisas, não com medo de não cumprir alguma, mas porque fui percebendo que não vale a pena enchermos a nossa cabeça e a nossa vida de promessas, se de facto não as fizermos acontecer. O ano vai avançar, nós vamos avançar com ele, de certeza que vamos tomar decisões importantes, outras nem tanto, mas se calhar precisamos mesmo de aprender que se queremos que a nossa vida mude, não precisamos esperar que o ano velho se vá embora e o ano novo chegue. A nossa vida não vai mesmo mudar só porque entra um novo ano, isso só acontece se com esse novo ano vier a nossa nova atitude, as nossas novas escolhas. Se me disserem que o ano novo funciona quase como um empurrão, como uma força extra que nós precisamos, sim funciona mesmo, também me aproveitei disso o ano passado e lá fui cumprindo com coisas que queria.
2018 foi provavelmente o melhor ano para me conhecer a mim mesma, para saber o que é que funciona para mim ou não, quem não quero ser de todo e quem sou. Provavelmente demorei muitos anos a tentar perceber isto tudo, mas quando estamos bem connosco mesmos parece que afinal é fácil. O que não gosto, o que não suporto realmente, o que é que acho independentemente do que é que tu vais achar e aquilo que me faz bem e mal. É capaz de ser por isso que tenho semanas muito boas e outras menos boas em que vejo tantas coisas com que não me identifico nada.
2018 foi um ano de surpresas boas, de coisas que não estava a contar que aparecessem com o desenrolar do ano, de coisas agradeço todos os dias por terem acontecido, de me querer aproximar do que me puxa para cima e não daquilo que me empurra para baixo.
2018 foi um ano bom, foi um ano melhor do que estava a espera até ao dia 26 deste mês. Provavelmente apanhei o pior susto da minha vida com a saúde de um das pessoas mais importantes da minha vida, sem a qual vai ser muito difícil viver. Costuma-se dizer que mãe so há uma e é mesmo verdade por isso o principal desejo para este ano novo é que a minha volte para onde deve estar - em casa, se possível a refilar todos os dias comigo.
E por fim, 2018 foi o ano para tropeçar naquilo que realmente me fazia falta e ser realmente feliz por ter tropeçado num dia de azar para muitos, que para mim foi um dia de sorte.
O final do ano pode ser de ansiedade e não termina da forma que gostava, mas não mandamos na saúde, não escolhemos quando ficamos doentes, mas quando temos ao nosso lado quem agarre na mão, nos ouça e nos faça acreditar que o pior vai passar, torna as coisas mais suportáveis e é assim, nos momentos mais difíceis que sabemos que queremos que seja para a vida toda.
2018 foi muito isto.
O meu trabalho, o meu amor, o ginásio, as tentativas para regressar ao blog e uma série de decisões que não passaram pelo blog, mas que vão passar.
E por fim, 2018 foi o ano para tropeçar naquilo que realmente me fazia falta e ser realmente feliz por ter tropeçado num dia de azar para muitos, que para mim foi um dia de sorte.
O final do ano pode ser de ansiedade e não termina da forma que gostava, mas não mandamos na saúde, não escolhemos quando ficamos doentes, mas quando temos ao nosso lado quem agarre na mão, nos ouça e nos faça acreditar que o pior vai passar, torna as coisas mais suportáveis e é assim, nos momentos mais difíceis que sabemos que queremos que seja para a vida toda.
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Podia dizer muitas coisas sobre este ano, sobre o que me vai surgindo dentro da cabeça enquanto vos escrevo, mas o mais importante já disse, eu aprendi isso mesmo, se queremos que tudo mude, é preciso mudarmos a nossa vida e não mudarmos o ano ou o dia no nosso calendário.
Obrigado a todos os que apesar de muito distante me foram lendo, foram passando por cá, o meu regresso já estava prometido e parece que é agora que vou cumprir. Não por vir aí um ano novo, mas porque finalmente me enchi de coragem! Se tudo voltar ao normal, cá estarei com a coragem que vos falo. São só mais uns dias.


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